“Desculpa minhas pernas, doutora.” Essa é uma frase que escuto com frequência maior do que gostaria. Pacientes que evitam a praia, que não usam shorts ou vestidos há anos, que sentem vergonha de algo que tem solução médica simples.
Não é vaidade, é qualidade de vida
Varizes, celulite e flacidez muitas vezes não têm relação com falta de cuidado. Genética, alterações hormonais e tempo prolongado em pé são fatores comuns — e nenhum deles é culpa da paciente. Ainda assim, é comum que mulheres carreguem esse peso emocional sozinhas, por anos.
O primeiro passo: parar de esconder
Reconhecer que existe um incômodo — seja estético, seja de dor e desconforto — já é o início da mudança. Não é preciso continuar evitando situações do dia a dia por causa disso.
Como funciona a avaliação
Na primeira consulta, o objetivo é entender a origem do problema — que pode envolver circulação, pele ou os dois — e definir junto com a paciente qual caminho de tratamento faz mais sentido, sem promessas genéricas.
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