A medicina atual ainda não é capaz de identificar exatamente quais pacientes vão apresentar formas mais avançadas da doença venosa ou evoluírem para alterações de pele e feridas.
Mas já sabemos que a progressão da doença para estágios mais graves é mais comum em pacientes que estão acima do peso ou os que tem história de trombose venosa profunda.
O avanço da idade também muda a história das varizes. Sua incidência aumenta ao passar do tempo por uma série de questões como redução da massa muscular e atividade física por exemplo.
E, finalmente, pacientes com safenas doentes tem risco maior de desenvolverem novas varizes durante a vida.
Não custa lembrar que as varizes são uma doença que não tem cura. Sempre poderão surgir novas veias ao longo da vida e por isso realizar a manutenção do tratamento periodicamente e seguir em acompanhamento com seu cirurgião vascular é fundamental.